Prefeito e secretário de Saúde visitam UPA Buriti Sereno e ouvem demandas de pacientes

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Preocupados com a situação dos médicos na capital, Gustavo e Tolini estão monitorando unidades de urgência e emergência do município.

O prefeito Gustavo Mendanha e o secretário de Saúde Edgar Tolini visitaram na manhã desta quinta-feira (30) a Unidade de Pronto Atendimento do setor Buriti Sereno. O objetivo da visita é acompanhar como estão os atendimentos na unidade e monitorar a situação de Aparecida após a suspensão dos contratos dos médicos de Goiânia, que gerou a paralisação dos profissionais.

“Faço questão de estar perto da população, acompanhando e ouvindo todas as demandas. Nossa gestão é participativa e interage direto com o cidadão. Só assim somos capazes de identificar os problemas e trabalhar para melhorar cada vez mais a vida dos aparecidenses e a qualidade dos serviços prestados, como os de saúde, por exemplo”, avaliou o prefeito Gustavo, que durante a visita conversou com pacientes e esteve em todas as dependências da unidade.

Desde segunda-feira (27) o secretário Edgar Tolini está monitorando de perto as unidades de saúde de urgência e emergência de Aparecida. Na segunda-feira (27), Tolini e o prefeito Gustavo estiveram na Maternidade Marlene Teixeira.

“Tivemos na segunda-feira e no final de semana um aumento de 20% a 30% na demanda, agora já podemos falar em 40%. Realmente estamos trabalhando dentro do limite. Mas o mais importante é que estamos com equipes completas nas unidades. Nós temos consciência da situação, não vamos deixar ninguém sem atendimento. Pedimos a colaboração da população para que entenda que o aumento da demanda pode causar uma demora no atendimento nas unidades”, esclareceu Edgar Tolini.

Ainda sobre a situação de Goiânia, o secretário afirmou que está sendo parceiro da Secretaria de Saúde de Goiânia. “Quando aumentamos a qualidade dos serviços, acabamos nos tornando referência e atraindo mais pessoas. Nós temos dado todo apoio, a secretária Fátima está fazendo um trabalho de recuperação de credibilidade. Agora,  o que podemos fazer é deixar as nossas unidades dentro do limite e monitorar a situação”, salientou Tolini.